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        <title>Mindat Mineralogy Messageboard - Quadro de mensagens em Português</title>
        <description>Para discussão do mindat.org e mineralogia em Português</description>
        <link>http://www.mindat.org/msgboard-25.html</link>
        <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 10:53:29 +0000</lastBuildDate>
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            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294462,294462#msg-294462</guid>
            <title>Museu do Quartzo, actividades próximo mês de Junho (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294462,294462#msg-294462</link>
            <description><![CDATA[ Inseridas na programação do Mês dos Parceiros do Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico, o Museu do Quartzo promove as seguintes atividades:<br />
<br />
[attachment 45542 museudoquartzo.jpg]]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Wed, 22 May 2013 09:36:26 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294461,294461#msg-294461</guid>
            <title>Dia Europeu dos MInerais em Torre de Moncorvo (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294461,294461#msg-294461</link>
            <description><![CDATA[ [attachment 45541 MTI.png]]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Wed, 22 May 2013 09:19:59 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294315,294315#msg-294315</guid>
            <title>Biscaia (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,294315,294315#msg-294315</link>
            <description><![CDATA[ Boas!<br />
<br />
[<a href="http://www.mindat.org/mesg-106-294203.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>]<br />
<br />
Peço ao editor para revisar esta localidade com a foto referente no front page porque as fotos referentes a minerais desta localidade não corresponde à verdade sobre a pedreira (sem nome).<br />
<br />
Obrigado.<br />
<br />
Martins da Pedra]]></description>
            <dc:creator>António Manuel Ináçio Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 21 May 2013 07:57:47 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,293287,293287#msg-293287</guid>
            <title>Bug português (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,293287,293287#msg-293287</link>
            <description><![CDATA[ Foi hoje detectado um bug que influencia específicamente as fotos das galerias de Portugal. Não se admirem se virem o contador das vossas fotos incrementados algumas centenas de vezes. Não é manipulação: é apenas o bug a fazer das suas como por exemplo na mina da Caveira.]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 07 May 2013 07:53:14 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292676,292676#msg-292676</guid>
            <title>Sítio do Castelo Mine (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292676,292676#msg-292676</link>
            <description><![CDATA[ Ce document donne un autre titre à la mine ?<br />
Mina de Castelo de Baixo<br />
Voir le fichier joint<br />
djy]]></description>
            <dc:creator>Jacques-Yves Desescaut</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 17:24:51 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292670,292670#msg-292670</guid>
            <title>Levantamento do Património Geológico em Portugal (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292670,292670#msg-292670</link>
            <description><![CDATA[ <span style="color:#000066">The inventory of the Portuguese geological heritage: a good example of scientific cooperation between universities.<br />
<br />
Authors: Paulo Pereira, J. B. Brilha, D. I. Pereira<br />
<br />
European Geosciences Union, Apr 2012<br />
<br />
[attachment 45227 geoheritageportugal.jpg]<br />
<br />
The first systematic inventory of the Portuguese geological heritage is a clear example of the academic collaboration that characterizes the geoconservation in Portugal. Three hundred and twenty six geosites with international or national relevance have been inventoried under the scope of the scientific research project “Identification, characterisation and conservation of geological heritage: a geoconservation strategy for Portugal”. The geosites were selected exclusively based on their scientific value and support twenty-seven frameworks. For each geological framework a leading geoscientist from a university was responsible for the scientific characterization of the framework, to invite collaborators to identify representative geosites, and to assess the scientific value and vulnerability of the geosites. In the end, seventy geoscientists, mainly from universities, took part in the scientific results that are now important raw data to support nature conservation initiatives.</span><br />
<br />
Naturalmente que este é um roteiro de lugares a preservar e a visitar sem martelo!<br />
Um bom livro!<br />
RN]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 09:48:21 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292439,292439#msg-292439</guid>
            <title>A guerra das fotos !!! (8 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292439,292439#msg-292439</link>
            <description><![CDATA[ Bom dia a todos,<br />
Quando eu pensava que a situação tinha acalmado eis mais uma foto cujo contador foi incrementado umas 500 vezes [<a href="http://www.mindat.org/photo-129136.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>] para constar na página da localidade.<br />
Este assunto está a ultrapassar todos os limites e demonstra uma total ausência de decência de quem assim age.<br />
Saudações mineralógicas<br />
Rui Nunes]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 07 May 2013 22:38:52 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292406,292406#msg-292406</guid>
            <title>TSF  - de Visita às Minas do Lousal (6 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292406,292406#msg-292406</link>
            <description><![CDATA[ Foi hoje às 12:00 e mais logo (já amanhã) à 01:00. Vale mesmo a pena! Estes programas ficam em arquivo e poderão ser escutados em qualquer altura; aqui fica o link [<a href="http://www.tsf.pt/Programas/programa.aspx?content_id=918070&amp;audio_id=3187369" target="_blank" rel="nofollow" >www.tsf.pt</a>]<br />
<br />
[attachment 45171 lousal.jpg]<br />
<br />
&quot;Nesta emissão vamos de visita às Minas do Lousal. Situadas na faixa piritosa ibérica, as minas do Lousal laboraram por quase todo o século vinte. Em 1988 encerraram a exploração, deixando no desemprego e na miséria social muitas famílias de mineiros.<br />
Uma década depois, com o apoio da Fundação Frederic Velge e da Câmara de Grândola, é feita a revitalização do Lousal com o reforço da identidade mineira, destacando-se a criação do museu mineiro, do hotel rural e do Centro Ciência Viva do Lousal. Este projeto recebeu recentemente o Prémio Geoconservação 2013.<br />
São convidados do programa Jorge Relvas, Carlos Fernandes, Gaspar Nero e Fernando Fantasia.&quot;<br />
<br />
<b>Encontros com o Património</b> é o espaço na TSF onde se fala de sítios com história, paisagens e pessoas, o passado e o presente. Pelo microfone do repórter Manuel Vilas-Boas, e pela conversa com diferentes especialistas, ficamos a conhecer Portugal na sua variedade de monumentos, locais, sítios muitas vezes escondidos.<br />
Sábados, às 12h10, com repetição domingo depois da 01h00;  parceria TSF/Direção-Geral do Património Cultural.<br />
<br />
RN]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Wed, 01 May 2013 14:38:40 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292305,292305#msg-292305</guid>
            <title>Contagem de visualizações (9 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292305,292305#msg-292305</link>
            <description><![CDATA[ Olá a todos<br />
               <br />
                   Agora fui confrontado com uma situação inédita sobre numero de visualizações de fotos e a sua apresentação no front page da localidade. Pareçe que temos craques que contam numero de visualizações de fotos que não as suas.<br />
Neste caso por acaso a foto até é minha e em comparação com outras fotos visualizadas de outras localidades até nem são muitas, pois dei uma volta e verifiquei fotos de front page com mais de 2.500 visualizações, quando a minha tem mil e tal.<br />
Também verifiquei que nem sempre a foto que tem mais visualizações é a que representa a localidade e uma coisa curiosa que verifiquei também é que estatiscamente a visualização de fotos é igual para todos os autores de fotos da mesma localidade e que varia estatiscamente com o numero de visualizações e a antiguidade da foto postada na localidade.<br />
     Com isto quero dizer que a maioria das localidades Portuguesas que estão representadas por um máximo de três autores, estatiscamente por numero de visualizações deveria ser mais ou menos igual por todos, quando na realidade a representação no front page vai bater sempre ao mesmo autor. Para mim só tem uma situação que é o manuseamento indevido de visualização das fotos porque para quem já estudou estatistica sabe do que estou a falar.<br />
<br />
Tenho dito :-)<br />
<br />
Martins da Pedra]]></description>
            <dc:creator>António Manuel Ináçio Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 07 May 2013 11:02:37 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292278,292278#msg-292278</guid>
            <title>Comemora-se o primeiro aniversário do Museu do Quartzo (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292278,292278#msg-292278</link>
            <description><![CDATA[ O Museu do Quartzo está de parabéns pelo seu primeiro aniversário e pelas muitas actividades que desenvolveu ao longo do ano.<br />
<br />
[attachment 45158 primeiroanivmuseuquartzo.jpg]]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Fri, 26 Apr 2013 09:02:01 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292046,292046#msg-292046</guid>
            <title>Chumbo nativo fumarólico na Ilha da Madeira (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,292046,292046#msg-292046</link>
            <description><![CDATA[ Olá a todos.<br />
Alguém conhece esta ocorrência?<br />
<br />
[<a href="http://www.mindat.org/locentry-825129.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>]<br />
<br />
É uma grande surpresa para mim!!!]]></description>
            <dc:creator>Luís Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sun, 28 Apr 2013 20:38:37 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,290977,290977#msg-290977</guid>
            <title>Correianevesite (24 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,290977,290977#msg-290977</link>
            <description><![CDATA[ Olá a todos,<br />
é com enorme prazer que informo que a IMA aceitou a proposta de um novo mineral, um fosfato de Fe e Mn, ao qual foi dado o nome de Correianevesite. Este como reconhecimento do, recentemente 'perdido', prof. Correia Neves pela insistência e persistência na caracterização desta nova fase mineral, por um lado, e pelo seu contributo para a mineralogia, que dispensa apresentações.<br />
<br />
Muito nos honra esta notícia.<br />
<br />
Cheers,<br />
Pedro Alves]]></description>
            <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:57:52 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,289109,289109#msg-289109</guid>
            <title>Cristalização do Monte Suimo (6 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,289109,289109#msg-289109</link>
            <description><![CDATA[ Uma das caracteristicas sobre a chaminé do Monte Suimo é que os minerais deste local aparecem em fragmentos não euédricos no seio de um basalto de textura afanítica. Estes minerais foram arrancados da camara magmática, sendo que a sua mecânica, temperatura, pressão e profundidade não contribuiram ao certo para o desenvolvimento de cristais organizados. Aparecem na sua maioria com textura irregular com brilho vítreo ou sub-metálico com fratura concoidal, excepto a clivagem &quot;em escada&quot; das priroxenas. <br />
Ultimamente tenho verificado que arranjam cama neste local para cristais bonitinhos, ignorando ou desconhecendo completamente o mecanismo desta chaminé. <br />
<br />
[<a href="http://www.mindat.org/photo-523550.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>] - Decidamente este cristal pertence a outro local.<br />
[<a href="http://www.mindat.org/photo-316930.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>] - Tenho sérias duvidas sobre se realmente são deste local.<br />
[<a href="http://www.mindat.org/photo-188900.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>] - Este cristal, como &quot;cristal&quot; é de outro local.<br />
<br />
Sinceramente eu gostaria que estes cristais fossem desta cama.....mas!!!! a geologia do local diz outra coisa.<br />
<br />
Martins da Pedra]]></description>
            <dc:creator>António Manuel Ináçio Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Mon, 25 Mar 2013 13:31:34 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,287898,287898#msg-287898</guid>
            <title>Geodos: calcedonia/agata (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,287898,287898#msg-287898</link>
            <description><![CDATA[ Boa noite,<br />
Alguem pode adiantar algo sobre a ocorrência destes geodos em Portugal?<br />
Obrigado<br />
Rui Nunes<br />
<br />
[attachment 44502 chalcedonyagateportugal.jpg]]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Wed, 13 Mar 2013 00:05:23 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,285077,285077#msg-285077</guid>
            <title>Couto Mineiro de Rio de Frades (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,285077,285077#msg-285077</link>
            <description><![CDATA[ Não sei se esta informação é pertinente ou não, mas venho pelo presente &quot;post&quot; adicionar alguma informação acerca deste Couto Mineiro.<br />
Após esta breve pesquisa não logrei apurar a origem da data 06-05-1914 (pelo menos a nivel oficial), se alguém quiser esclarecer?<br />
<br />
Este Couto mineiro de Rio de Frades constituído em 05.08.1950, ficando com o nº49 de registo, abrangendo as Freguesias de Cabreiros,  Covêlo do Paivó e Janarde, embora só estivessem integradas neste Couto Mineiro, minas da Freguesia de Cabreiros até 1962.<br />
Foram integradas neste Couto as seguintes minas:<br />
<br />
- Mina nº676, designada de Vale da Cerdeira, com alvará desde 22-11-1915;<br />
<br />
- Mina nº1003, designada de Outeiro Treal, com alvará desde 23-03-1921;<br />
<br />
- Mina nº1004, designada de Alto da Povoação de Rio de Frades, com alvará desde 04-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1005, designada de Alto do Vale da Cerdeira, com alvará desde 04-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1006, designada de Rio de Frades e Cabreiros, com alvará desde 04-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1007, designada de Lombo das Pombas, com alvará desde 05-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1008, designada de Rio de Frades, nº1, com alvará desde 05-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1009, designada de Rio de Frades, nº3, com alvará desde 05-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1016, designada de Cangorça, com alvará desde 15-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1018, designada de Quebrada, com alvará desde 15-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1019, designada de Rio de Frades nº2-A, com alvará desde 15-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1020, designada de Alto do Vale da Cerdeira nº2, com alvará desde 16-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1021, designada por Quebrada e Lombo das Pombas, com alvará desde 16-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1022, designada por Tebilhão, com alvará desde 16-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1023, designada de Rio de Frades nº2, com alvará desde 16-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº 1024, designada de Alto da Quebrada, com alvará desde 18-04-1921;<br />
<br />
- Mina nº1025, designada de Cabreiros e Candal, com alvará desde 18-04-1921]]></description>
            <dc:creator>Antonio Cruz</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Mon, 11 Feb 2013 18:31:37 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284871,284871#msg-284871</guid>
            <title>Sulfatos de Itaquaquecetuba, São Paulo, Brasil (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284871,284871#msg-284871</link>
            <description><![CDATA[ [<a href="http://www.igeologico.sp.gov.br/downloads/revista_ig/32_5.pdf" target="_blank" rel="nofollow" >www.igeologico.sp.gov.br</a>]]]></description>
            <dc:creator>Daniel Atencio</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sat, 09 Feb 2013 11:58:38 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284129,284129#msg-284129</guid>
            <title>Minas de ferro da Preguiça n° 6 e serra da Abelheira (4 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284129,284129#msg-284129</link>
            <description><![CDATA[ J'ai scanné sur mon blog (voir ce document)<br />
<br />
[<a href="http://mineralogie.wordpress.com/" target="_blank" rel="nofollow" >mineralogie.wordpress.com</a>]  <br />
<br />
&quot;Minas de ferro da Preguiça n° 6 e serra da Abelheira&quot;<br />
<br />
est-ce qu'il y a plusieurs mines à Preguiça ?<br />
Preguiça n° 2<br />
Preguiça n° 6<br />
<br />
djy]]></description>
            <dc:creator>Jacques-Yves Desescaut</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sat, 02 Feb 2013 00:14:07 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284072,284072#msg-284072</guid>
            <title>NOVAS FREGUESIAS - Lei nº 11-A/2013, de 28-01 (13 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,284072,284072#msg-284072</link>
            <description><![CDATA[ Foi publicada a Lei Nº 11-A/2013, de 28-01, sob o pretexto de &quot;reorganização administrativa do território das freguesias&quot; (Diário da República, 1ª série – nº 19 – 28 de Janeiro de 2013).<br />
<br />
Esta “revolução” administrativa do território poderá vir a gerar alguma confusão por aqui no Mindat. Pelo facto, deveremos ter atenção redobrada quando adicionarmos novas localizações e/ou alterarmos os dados das existentes.<br />
<br />
Refiro como exemplo: Concelho de Moura<br />
<br />
Até 27 Jan 2013 tinhamos as seguintes freguesias (8)<br />
<br />
- Amareleja<br />
- Póvoa de São Miguel<br />
- <span style="color:#CC0033">A - Safara</span><br />
- <span style="color:#0000FF">B -Santo Agostinho</span><br />
- <span style="color:#CC0033">A1 - Santo Aleixo da Restauração</span><br />
- <span style="color:#0000FF">B1 - Santo Amador<br />
- B2 - São João Baptista</span><br />
- Sobral da Adiça<br />
<br />
Foram agora agregadas as seguintes:<br />
<br />
<span style="color:#CC0033">A + A1 = Safara</span><br />
<span style="color:#0000FF">B  + B1 + B2 = Santo Agostinho</span><br />
<br />
A partir de 28 Jan 2013 passamos então a ter que considerar as seguintes freguesias (5)<br />
<br />
- Amareleja<br />
- Póvoa de São Miguel<br />
- Safara<br />
- Santo Agostinho<br />
- Sobral da Adiça<br />
<br />
A minha sugestão será procedermos da seguinte forma:<br />
<br />
Primeiro, colocar no Concelho, neste caso Moura, a informação das freguesias existentes até 27 Jan 2013-01-30 <i>vs</i> as novas com as respectivas agregações.<br />
Segundo, substituir a freguesia antiga pela nova e colocar na localização mineralógia a informação da susbstituição efectuada.<br />
<br />
Espero estar a ser claro (?)<br />
<br />
Será uma tarefa enorme se olhada no seu todo mas, se procederemos caso a caso, duma forma disciplinada, chegaremos a bom porto.<br />
<br />
Agradecia os vossos comentários e/ou sugestões antes de começar também a trabalhar nestas alterações.<br />
<br />
Penso que, pelo menos nesta questão de superior importância, teremos que estar todos de acordo antes de começarmos a fazer algo.<br />
<br />
Obrigado e cumprimentos<br />
<br />
Rui Nunes]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 31 Jan 2013 18:33:14 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,282952,282952#msg-282952</guid>
            <title>Alcalá, concelho e distrito de Évora (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,282952,282952#msg-282952</link>
            <description><![CDATA[ Boa tarde,<br />
Alguém tem informação que me possa enviar desta ocorrência [<a href="http://www.mindat.org/loc-64919.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>], penso que de Cu (aqui no Mindat está referido um fosfato, reinchenbachite).<br />
Obrigado<br />
Rui Nunes]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Tue, 22 Jan 2013 23:03:32 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,281739,281739#msg-281739</guid>
            <title>Viagem a Lisboa (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,281739,281739#msg-281739</link>
            <description><![CDATA[ Prezados colecionadores de Portugal,<br />
<br />
Sou geólogo e professor da Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil. Nos dias 21/04 e 06/05 estarei em Lisboa. Gostaria de estabelecer contatos com pessoas interessadas em trocar minerais. Aos que tiverem interesse por minerais de Brasil, favor entrar em contato pelo email <a href="mailto:&#114;&#95;&#115;&#99;&#104;&#111;&#108;&#122;&#95;&#98;&#114;&#64;&#121;&#97;&#104;&#111;&#111;&#46;&#99;&#111;&#109;">&#114;&#95;&#115;&#99;&#104;&#111;&#108;&#122;&#95;&#98;&#114;&#64;&#121;&#97;&#104;&#111;&#111;&#46;&#99;&#111;&#109;</a><br />
<br />
Saudações,<br />
<br />
Ricardo Scholz]]></description>
            <dc:creator>Ricardo Scholz</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 10 Jan 2013 15:31:01 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280478,280478#msg-280478</guid>
            <title>A quem se aplicar - parte II (1 resposta)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280478,280478#msg-280478</link>
            <description><![CDATA[ <span style="font-size:large"><b><span style="color:#CC0000">Uma vez mais</span></b></span> <b>agradeço que a informação que coloco no Mindat não seja apagada por terceiros.</b> <br />
Eu não o faço a ninguém, porque o não devo fazer e também por uma questão de respeito. <br />
Se algo a contrapor à informação que adiciono este fórum também serve (ou deveria servir) para discutir estas coisas. <br />
<br />
Já agora e aproveitando o tópico, pois o assunto tem traços comuns com o acima referido, tenho observado o gozo enorme que certamente alguém anda a ter clicando multiplas vezes (dezenas, centenas) na mesma foto para que, desta forma, a dita cuja suba no ranking das fotos mais visualizadas de determinadas localizações. <b>O facto preocupa-me pelo grau de infantilidade e pelo falsear da informação</b> contida no Mindat no que concerne à mineralogia portuguesa: textos apagados, fotos manipuladas e sabe-se lá mais o quê.<br />
<br />
Quem assim procede poderá ser identificado através do registo de operações. Não vou acusar ninguém, por agora, mas espero que o bom senso volte rapidamente...<br />
<br />
Rui Nunes]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Fri, 28 Dec 2012 21:51:47 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280141,280141#msg-280141</guid>
            <title>Slag dumps, Sitio do Cobre mine, Ingadanais Mines, Tostão, Vila Velha de Rodão (15 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280141,280141#msg-280141</link>
            <description><![CDATA[ Hi António Manuel Ináçio Martins, is this newly added locality different from the already present<br />
[<a href="http://www.mindat.org/loc-244513.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>]<br />
Slag dumps, Sitio do Cobre mine, Ingadanais Mines, Tostão, Vila Velha de Rodão<br />
?<br />
<br />
Compare the current hierarchy:<br />
[<a href="http://www.mindat.org/loc-132107.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>]]]></description>
            <dc:creator>Uwe Kolitsch</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sat, 20 Apr 2013 11:54:29 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280130,280130#msg-280130</guid>
            <title>Feliz Natal! (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,280130,280130#msg-280130</link>
            <description><![CDATA[ Desejo a todos os amigos um óptimo Natal, perto daqueles que vos fazem falta.<br />
Forte abraço, Luís.]]></description>
            <dc:creator>Luís Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Mon, 24 Dec 2012 12:50:20 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279865,279865#msg-279865</guid>
            <title>Minerais do Supergrupo da Alunite da Serra da Mina, Cercal (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279865,279865#msg-279865</link>
            <description><![CDATA[ Boa tarde a todos,<br />
há alguns meses atrás trabalhei umas amostras provenientes da Serra da Mina, Cercal.<br />
Os primeiros resultados (EDS) apontaram para plumbogummite (ver: [<a href="http://www.mindat.org/photo-494621.html" target="_blank" rel="nofollow" >www.mindat.org</a>] ) e alguma plubojarosite.<br />
As mesmas amostras foram caracterizadas estruturalmente via XRD e os resultados estavam de acordo com os primeiros dados (plumbogummite e plumbojarosite). <br />
Ora, os minerais do supergrupo da Alunite são demasiado complexos para serem devidamente descritos pelos métodos acima referidos.<br />
Embora sejam fiáveis, neste caso em particular, induziram em erro visto que:<br />
- o Al só é superior ao Fe numa fina capa em alguns cristais (tal como foi visto por EDS) e não na totalidade do cristal (tal só pode ser devidamente quantificado por EPMA, por exemplo);<br />
- a p-XRD neste tipo de minerais não é discriminativa.<br />
<br />
Resultados obtidos por EMPA apontaram para Corkite jarosite. Mas dada a complexidade dos minerais em causa, ou sua identificação, não podem ser classificados visualmente.<br />
<br />
Em resumo, peço desculpa por ter avançado resultados provisórios que poderão ter induzido em erro alguns dos utilizadores deste site e chamo à atenção para a aquisição de amostras deste tipo (de momento só a Corkite a jarosite e a plumbojarosite foram devidamente identificadas).<br />
<br />
Cordialmente,<br />
Pedro Alves]]></description>
            <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sun, 23 Dec 2012 17:44:54 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279737,279737#msg-279737</guid>
            <title>Casa das Pedras Parideiras (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279737,279737#msg-279737</link>
            <description><![CDATA[ <span style="color:#3333CC"><span style="font-size:large">Casa das Pedras Parideiras inaugurada em 3 Nov 2012</span></span><br />
<br />
[attachment 42828 casaparideiras.jpg]<br />
<br />
Chegou ao fim o processo de infraestruturação do geossítio das Pedras Parideiras. O Centro de Interpretação Ambiental e núcleo museológico, bem como o percurso pedonal de visita, em torno do maciço principal de afloramento, foram inaugurados em 3 de Novembro último. <br />
<br />
Orçada em cerca de 190 mil euros, a intervenção foi financiada em cerca de 60% pelo programa PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural), medida 3.1, gerido localmente pela ADRIMAG.<br />
<br />
[attachment 42829 casa_parideiras1.jpg]<br />
<br />
<span style="font-size:small">in: C M Aoruca</span>]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 12:45:30 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279728,279728#msg-279728</guid>
            <title>Mais uma razão para visitar a Panasqueira (sem respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279728,279728#msg-279728</link>
            <description><![CDATA[ <span style="color:#3333FF"><span style="font-size:large">&quot;Museu Mineiro - O Maior Gasómetro do Mundo&quot;, Barroca Grande</span></span><br />
<br />
<b>Inaugurado 03-11-2012</b><br />
<br />
O &quot;Museu mineiro&quot; está instalado no interior de um antigo tanque de combustível, agora designado &quot;O maior gasómetro do mundo&quot;. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Aldeia de São Francisco, com o apoio da  Sojitz Beral Tin and Wolfram Portugal, SA (Minas da Panasqueira) que cedeu um importante e interessante conjunto de material associado à exploração e administração das minas.<br />
<br />
O material está disposto por três pisos e no último, através de uma pequena porta, pode-se deslumbrar grande parte da unidade industrial das minas em laboração.<br />
<br />
A Junta de Freguesia ainda não tem o &quot;Gasómetro&quot; aberto em permanência mas todos os interessados na visita devem contactar os serviços.<br />
<br />
<span style="font-size:small">in: Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal</span><br />
<br />
[attachment 42826 gasometropanasqueira.jpg]<br />
<br />
O núcleo museológico, situado na Barroca Grande, ocupa um antigo depósito de combustível de 180 mil litros que foi reconvertido e transformado num gasómetro gigante. José Luís Campos (JLC), presidente da Junta de Freguesia, não esconde o contentamento pela abertura do “seu” museu, referindo que a ideia surgiu depois do depósito ser desenterrado. «Estava para ir para a sucata, mas foi aproveitado e transformado para dar origem a um museu único na região, no país e no mundo», garante o edil. Terá a forma de um gasómetro (lanterna a carboreto utilizada pelos mineiros) e «foi avante apesar da falta de apoios, graças ao trabalho a cem por cento da Junta. Fomos os projetistas, os soldadores, os carpinteiros e os eletricistas», afirma JLC.<br />
<br />
O espaço vai ter patentes máquinas e utensílios utilizados nas minas, cristais e pedras semipreciosas e ainda vários manuscritos, entre os quais os «registos dos salários entre 1920 a 1945», destaca JLC, acrescentando que este espólio foi recolhido pela Junta ao longo de várias décadas. Numa primeira fase, o museu estará aberto apenas aos fins-de-semana e à tarde durante a semana porque «faltam ainda algumas infraestruturas, como os sanitários, que são obrigatórios mas não podem ser instalados no interior do gasómetro», explica. Contudo, o presidente da Junta de Aldeia de São Francisco espera ter o museu «aberto diariamente» a partir do início do próximo ano e mostra-se confiante no seu sucesso. «As minas da Panasqueira são bastante conhecidas e penso que as pessoas vão querer visitar-nos quando souberem da existência de um gasómetro destas dimensões a trabalhar como antigamente», acredita o autarca.<br />
<br />
JLC revela que espera complementar o museu com «uma mina centenária que será aberta ao público» numa extensão de cerca de 100 metros. A mina, de construção manual, situa-se a poucos metros do museu e foi encontrada «quando se desenterrou o depósito», refere o autarca. «Servirá para mostrar às pessoas o que era a mina antigamente e como era trabalhar ali há cerca de 100 anos, oferecendo trajetos a pé e em locomotiva antiga», adianta o edil, que também pretende instalar um museu no interior desta mina e abrir cerca de dois quilómetros de galerias ao público. José Luís Campos diz ter o apoio da administração da Sojitz Beralt Tin &amp; Wolfram Portugal para o projeto e conta ter «tudo bem encaminhado» até meados de 2013. Para o presidente da Junta, «todo o futuro desta zona passa pelo turismo e não só pela exploração mineira».<br />
<br />
<span style="font-size:small">in: O Interior Diario da Guarda</span><br />
<br />
<br />
<b>Youtube</b> [<a href="http://www.youtube.com/watch?v=zRfmmLL8uro" target="_blank" rel="nofollow" >www.youtube.com</a>]]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:23:01 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279664,279664#msg-279664</guid>
            <title>Portugal x 41 = Índia (2 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279664,279664#msg-279664</link>
            <description><![CDATA[ Achei este artigo bastante interessante... e espero que gostem!<br />
<br />
<b>Vulcões de lama com metano. Fontes hidrotermais que expelem água com ouro e cobre. Tudo recursos já encontrados no mar português.</b><br />
<br />
<div  style="float: left;"><table border ><tr><td colspan=2><a href="photo-504392.html" target="_blank"><img src="../photos/0240899001355948923.jpg" class="bbcode" border="0" width="600" /></a></td></tr><tr><td colspan=2 align="right">&copy; Rui Nunes 2012</td></tr></table></div>
<br />
<br />
Tanto mar e, daqui a seis anos, mais mar ainda tornará Portugal um imenso país - tão grande que o mapa da terra fora de água e do espaço marítimo sob jurisdição portuguesa terá quase quatro milhões de quilómetros quadrados. Que riquezas se esconderão debaixo deste azul? O que já sabemos sobre elas? Quanto valerá um quilómetro quadrado do fundo do mar?<br />
<br />
&quot;Em termos mundiais, Portugal ficará no top 20 dos países com maior território. Costuma dizer-se que corresponderá à dimensão actual da Índia&quot;, frisa Manuel Pinto de Abreu, secretário de Estado do Mar e que, antes de assumir esta pasta, chefiou os trabalhos técnico-científicos na base do alargamento do espaço marítimo português. &quot;Portugal será dos países com maior relação entre a área imersa e a parte continental: a razão será cerca de 40 unidades de área imersa para uma unidade de área continental.&quot;<br />
<br />
Mas se não arredondarmos as contas, essa relação sobe para mais de 41 vezes. Aos 92.000 quilómetros quadrados de território emerso - Portugal Continental e Açores e Madeira - e aos 1,6 milhões de quilómetros quadrados da zona económica exclusiva (ZEE) em redor destes três conjuntos de terra, o país espera juntar mais 2,15 milhões. E então o espaço total com jurisdição portuguesa ultrapassará os 3,8 milhões de quilómetros quadrados, o que é mais de 41 vezes a área do território emerso.<br />
<br />
&quot;O [novo] mapa de Portugal ocupará cerca de um terço do Atlântico Norte&quot;, nota Pinto de Abreu. &quot;Atravessará quase o Atlântico Norte, desde o extremo da Península Ibérica até perto das costas do Canadá e Estados Unidos. Será um mapa imenso.&quot;<br />
<br />
Por coincidência, a área alargada de 2,15 milhões de quilómetros quadrados deste novo mapa é idêntica à de um outro, que ficou famoso, com o título &quot;Portugal não é um país pequeno&quot; e que traduzia a visão ideológica do Estado Novo: profusamente divulgado a partir de 1934 para propaganda política, sobrepunha a área das colónias portuguesas sobre a Europa, para mostrar que a superfície total de 2,16 milhões de quilómetros quadrados controlada pelo país era superior à de Espanha continental, França, Inglaterra, Itália e Alemanha juntas.<br />
<br />
O projecto que fará crescer geograficamente Portugal tem um nome: extensão da plataforma continental. Para se perceber o que é o alargamento da plataforma, há que dizer que ela é a crosta terrestre que se prolonga, desde o território que está fora de água, mar adentro. Depois, a certa altura, a crosta terrestre por baixo dos oceanos adquire características geológicas e morfológicas diferentes da crosta emersa. Onde ocorre essa transição entre a crosta emersa da plataforma continental e a oceânica é o grande desafio que nem sempre tem resposta fácil.<br />
<br />
Ora é fulcral para os países costeiros determinar onde a crosta terrestre nos oceanos deixa de ser igual à que está fora de água e ver até onde vai a sua continuidade geológica, caso queiram aumentar, de forma pacífica, as suas jurisdições para lá das 200 milhas náuticas da ZEE e até a um limite de 350 milhas da costa.<br />
<br />
Mas enquanto até ao limite da ZEE, os países podem explorar tanto o que se encontra na água como o solo e subsolo marinhos, para lá das 200 milhas apenas o chão marinho ficará debaixo da sua alçada. Terão assim diferentes graus de jurisdição, que vão desde as fronteiras territoriais efectivas, o mar territorial até às 12 milhas da costa, até à possibilidade de exploração dos recursos na água e no fundo do mar da ZEE e, para lá disso, acesso aos recursos somente do solo e subsolo marinhos.<br />
<br />
Esta oportunidade de alargar a plataforma continental é conferida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, ou Lei do Mar como também é conhecida, em vigor desde 1994. Os países que ratificaram esta convenção, como Portugal, têm um prazo para apresentar na ONU as suas propostas de extensão da plataforma. Portugal fê-lo em Maio de 2009 e aguarda que o processo siga aí os seus trâmites na Comissão de Limites da Plataforma Continental.<br />
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A expectativa é que o grupo que nessa comissão irá apreciar a proposta portuguesa de extensão da plataforma continental seja nomeado em 2016 ou até mais cedo, em 2015, e que a partir daí os seus trabalhos demorem cerca de dois anos. Depois, esse grupo fará recomendações e levantará dúvidas, a que o país procurará responder com a entrega de mais informação. Pinto de Abreu considera que a preparação da documentação que vier a ser pedida é para levar depois pelo menos um ano: &quot;Quer isto dizer que pensamos ter todo o processo concluído em 2018.&quot;<br />
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E não se espera que, daqui a seis anos, entre a proposta de mapa entregue na ONU e aquele que vir a ser aceite haja grandes diferenças. &quot;Este é já o novo mapa de Portugal. A nova configuração, pensamos nós, nunca será muito diferente&quot;, diz o geólogo Pedro Madureira, que colabora com a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), o grupo que desde 2005 leva por diante este projecto e que Pinto de Abreu chefiou até ir para o Governo. &quot;A comissão pode ter algumas dúvidas num ou outro local muito específico e pedir para o justificar melhor com mais dados&quot;, explica Pedro Madureira.<br />
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&quot;Muita gente pergunta: &quot;Para que queremos mais território, se está debaixo do mar?&quot; Historicamente, as pessoas alargaram o território porque pretendiam terras aráveis ou recursos para aproveitamento económico. A importância desta extensão diz respeito à possibilidade de existirem recursos marinhos que podem ser aproveitados actualmente e no futuro&quot;, sublinha o geólogo.<br />
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Para esta conquista pacífica do mar, foi necessário recolher montanhas de dados. Além de coligir informação científica já publicada, o grupo da EMEPC foi para o mar em diversas campanhas. Alugou navios estrangeiros, utilizou navios da Marinha portuguesa, o Almirante Gago Coutinho e o D. Carlos I, e comprou um robô submarino, o Luso, que, operado à distância por um cabo, mergulha até seis mil metros.<br />
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Com estes meios, apanhou do fundo do mar rochas (que analisaram e compararam) e fez um levantamento exaustivo da morfologia do fundo do mar, tudo para determinar a tal continuidade geológica da crosta terrestre emersa para o domínio marinho. As rochas eram apanhadas com cestos metálicos e, depois, pelos braços do robô Luso, enquanto os dados do relevo marinho eram obtidos recorrendo a feixes acústicos enviados para o fundo do mar, para se construírem mapas de grande resolução.<br />
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Acaba de terminar mais uma campanha, com os navios da Marinha, para reforçar a proposta de extensão da plataforma. Até ela começar a ser analisada na ONU, os países podem recolher mais dados, pelo que o Almirante Gago Coutinho esteve agora, com o Luso, no limite sul da extensão da plataforma na área dos Açores e o D. Carlos I no limite noroeste.<br />
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Mas em todos estes anos de levantamentos para a extensão da plataforma, os cientistas também reuniram informação sobre a ocorrência de recursos energéticos (como gás metano), minerais (ouro, prata, cobre ou cobalto) e biológicos, tanto na ZEE como na plataforma alargada.<br />
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Por vezes, ficaram intrigados com algumas estruturas geológicas, sem terem ainda explicação para a sua natureza - é o caso do Ovo Estrelado, encontrado por acaso na ZEE, 150 quilómetros a sul da Terceira, e que teve direito a notícia na BBC online.<br />
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[attachment 42831 azores.jpg]<br />
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Os levantamentos do relevo marinho na zona em 2008, com os sondadores multifeixe, quando os navios iam a caminho das campanhas, revelaram uma estrutura em forma de ovo estrelado, com uma elevação no centro, como a gema, e uma parte à volta mais funda, como a clara. A dois quilómetros de profundidade, estende-se por seis de diâmetro e os cientistas só deram com ele quando, em 2009, olharam para os dados que não tinham directamente a ver com a extensão da plataforma.<br />
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Ainda hoje se perguntam se é um vulcão de lama, carregado de metano, fonte energética não convencional que pode ser uma alternativa no futuro. Ou se, por exemplo, é a cratera de um meteorito. Nenhuma destas hipóteses os convence, porque as dimensões da &quot;gema&quot; e da &quot;clara&quot; nas crateras de meteoritos são geralmente diferentes e porque os vulcões de lama conhecidos formam-se em zonas mais perto do continente, que têm uma camada espessa de sedimentos capaz de reter os fluidos vindos do interior da Terra. E, por outro lado, na zona do Ovo Estrelado também não ocorre a compressão de placas tectónicas, que força o metano em profundidade a subir até à superfície do fundo do mar.<br />
&quot;O Ovo Estrelado é um exemplo de que conhecemos pouco este território&quot;, lembra Pedro Madureira. &quot;Seria muito interessante que fosse um vulcão de lama, mas face ao conhecimento actual é difícil explicá-lo dessa forma&quot;, diz o geólogo.<br />
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&quot;O contexto geológico do Ovo Estrelado não é favorável para que seja um vulcão de lama, mas não é impossível&quot;, diz também Pinto de Abreu. &quot;Se for um vulcão de lama, podemos ter lá hidratos de metano, que hoje são objecto de grandes projectos de desenvolvimento para que o aproveitamento como fonte de energia seja rapidamente conseguido&quot;, acrescenta o secretário de Estado do Mar. &quot;Na sequência do acidente [da central nuclear] de Fukushima, o Japão acelerou o aproveitamento de hidratos de metano. O objectivo do Japão é que a partir 2016 seja possível fazer o aproveitamento comercial dessas fontes de energia. Ora 2016 é já amanhã&quot;, diz Pinto de Abreu. &quot;Vamos ver se identificamos os bons vulcões de lama na nossa área.&quot;<br />
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Mas se dificilmente o Ovo Estrelado é um vulcão de lama, ao largo do Algarve este fenómeno é conhecido desde 2000 e no golfo de Cádis desde 1999. E aqui, sim, há muitos sedimentos e compressão entre a placa africana e a euroasiática, que origina vulcões a expelirem materiais argilosos. Aí, as moléculas de água congelada nos sedimentos não só aprisionam o metano, como outros hidrocarbonetos, como os gases butano e propano. A exploração dos hidratos de todos estes gases, que por ora ninguém faz, levanta muitas questões técnicas e ambientais. Só que a presença destes gases nos vulcões de lama pode ainda indiciar algo valioso em profundidade, no subsolo marinho: mais hidrocarbonetos, como butano, propano e até petróleo. Aliás, a empresa Repsol já explora gás natural, em profundidade, no golfo de Cádis.<br />
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&quot;Quando falamos de [encontrar] petróleo, estamos a falar de ambientes mais próximos de Portugal Continental&quot;, explica Pedro Madureira. &quot;Há muitos anos que têm sido feitas pesquisas na tentativa de encontrar petróleo ao longo da nossa costa. É uma hipótese que não está de todo afastada. O valor do petróleo torna possível investimentos mais avultados e permite pesquisar a maiores profundidades.&quot;<br />
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Outros recursos já identificados no domínio marítimo português estão associados às fontes hidrotermais, que são emanações de água quente vinda do interior da Terra, carregada muitas vezes de metais, como ouro, cobre, prata e zinco.<br />
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<b>Minas hidrotermais</b><br />
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Em contacto com a água fria do mar, os metais precipitam-se e parece estar a libertar-se fumo negro. Esses metais vão-se acumulando em depósitos no fundo do mar - os sulfuretos maciços polimetálicos, com ouro, cobre, prata e zinco - e vão também surgindo estruturas em forma de chaminé, tão emblemáticas destes ambientes extremos em calor, toxicidade e sem luz solar, à volta das quais a vida mesmo assim pulula. Não faltam aí mexilhões, camarões e microorganismos, que podem ter novas moléculas para aplicações farmacêuticas e industriais, entre outras (embora possa haver recursos genéticos em muitas outras paragens). Aliás, associadas ao projecto de extensão da plataforma houve várias campanhas de biologia, com recolha de inúmeros exemplares nos Açores, nas Selvagens, nas Berlengas, para inventariar as espécies em Portugal.<br />
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Voltando às fontes, a mina de Neves-Corvo, no Alentejo, rica em cobre, formou-se assim há milhões de anos. Os seus depósitos de sulfuretos maciços polimetálicos, hospedados em rochas vulcânicas, são um caso de estudo mundial, pela grandeza e pelos teores de cobre.<br />
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Ora ao largo dos Açores têm sido descobertos vários campos hidrotermais no mar profundo. Uns, como o Lucky Strike, o Menez Gwen e Saldanha ficam na ZEE; outros como o Rainbow e o Moytirra na plataforma continental alargada. Todas estas fontes estão associadas à cadeia montanhosa que corta o Atlântico - a Dorsal-Médio Atlântica, onde nasce crosta oceânica e as placas tectónicas se afastam.<br />
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Podia pensar-se que a mineração dos campos hidrotermais é ficção científica, mas essa realidade pode não estar tão longe. Na Papuásia-Nova Guiné, uma empresa quer começar, talvez em 2013, a explorar a primeira mina no mar profundo, num campo hidrotermal, a 1600 metros. Na sua mira, ouro e cobre, e os equipamentos, como robôs para operar lá em baixo, estão em construção.<br />
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Essa mesma empresa, a canadiana Nautilus Minerals, apresentou à Direcção-Geral de Energia e Geologia, em 2008, um pedido de prospecção de sulfuretos maciços polimetálicos nos campos Lucky Strike, Menez Gwen e Saldanha. O processo não teve seguimento até que, no fim de 2011, foi pedido à Nautilus que reformulasse a proposta, tendo em conta que o Lucky Strike e o Menez Gwen, entre outros campos, tinham acabado de ser classificados como áreas protegidas e incluídos no Parque Marinho dos Açores. O novo pedido da Nautilus não teve ainda resposta.<br />
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Que indícios temos de mais recursos no imenso mar português? Têm também sido identificadas crostas ferromanganesíferas - películas que, além de ferro e manganês, têm cobalto e níquel e se depositam nas rochas, sobretudo nos montes submarinos, formando aí crostas que parecem tapetes. Ou os nódulos polimetálicos, &quot;batatas&quot; ricas também em manganês, níquel e cobalto.<br />
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Mas uma coisa é saber que existem estes recursos, outra é saber a quantidade e extensão. &quot;Falar de recursos não é falar de reservas. Não conhecemos a quantidade de cada um dos recursos no nosso domínio imerso. É prematuro dizer qualquer coisa relativamente a reservas&quot;, frisa Pedro Madureira. &quot;Agora importa pensar como vamos reverter esse potencial em valor efectivo e na melhor maneira de o fazer.&quot; Também Pinto de Abreu deixa clara essa diferença: &quot;Temos algumas indicações, mas de facto não sabemos o que lá está. Se hoje quisesse aconselhar alguém sobre o talhão que deve comprar no fundo do mar, por ter realmente valor, não podia aconselhar ninguém&quot;, diz o secretário de Estado. &quot;Dizer que há recursos não é só detectar uma pepita de algo valioso. É demonstrar que existem numa área grande e em quantidade suficiente para uma extracção rentável. Teremos de confirmar que as amostras que recolhemos não são apenas manifestações pontuais.&quot;<br />
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Mesmo assim, tem havido exercícios teóricos, ainda que especulativos, sobre as potenciais riquezas escondidas no fundo do mar. A geóloga Raquel Costa, da EMEPC, pegou em amostras de crostas recolhidas em mais de dez montes submarinos e calculou quanto valeria um quilómetro quadrado do fundo do mar. Viu, por um lado, os teores médios de cobalto, níquel e cobre para crostas com cinco centímetros de espessura média e, por outro, as áreas no espaço marítimo português em que potencialmente há crostas (só a profundidades entre 1500 e 2000 metros). Concluiu que um monte típico, com 1600 quilómetros quadrados, podia ter metais que atingissem 217 milhões de euros de lucro por ano, um valor citado amiúde por Pinto de Abreu. Um quilómetro quadrado deste tipo de fundo do mar valeria assim algo como 135 mil euros. As contas são de 2008 e, desde então, o valor dos metais continua a subir.<br />
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Uma vez concluída a extensão da plataforma em 2018 - 13 anos após ter começado e gastos previsivelmente de 40 milhões de euros, incluindo equipamentos e projectos associados -, o país tem a oportunidade de repetir a história marítima. Volta a ter um grande domínio de mar, falta saber o que vai fazer com ele, cinco séculos depois dos Descobrimentos.<br />
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<span style="color:#0000FF"><span style="font-size:small">Série Mar Português: Portugal x 41 = Índia, TERESA FIRMINO 01/10/2012, Publico/ciência/notícia/serie-mar-portugues-portugal-x-41-india</span></span>]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 17:34:34 +0000</pubDate>
        </item>
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            <title>Problemas informáticos? (2 respostas)</title>
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            <description><![CDATA[ Tenho observado que o contador de visualizações de fotos não deve estar a funcionar devidamente.<br />
Por curiosidade, tenho seguido algumas fotos portuguesas e verifico que essas mesmas têm dias que são incrementados com mais de 50, 60, … visualizações. Penso que deve haver algum problema pois <u>nem as melhores fotos dos melhores fotógrafos do Mindat</u> atingem esse nível de audiências!]]></description>
            <dc:creator>Rui Nunes</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sat, 15 Dec 2012 00:29:07 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279014,279014#msg-279014</guid>
            <title>Perseguição de editor (15 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,279014,279014#msg-279014</link>
            <description><![CDATA[ Oi pessoal<br />
                Ultimamente tenho verificado e normalmente quando estou em Logout que o editor de localidades que não sei quem é, faz-me uma persiguição pelos locais que ando e muda as minhas fotos representativas desse local. Um dos casos flagrantes foi quando fiz o artigo do Monte Suimo em que mudou varias vezes a foto para eu perceber. O assunto chateia-me no sentido do respeito pelo meu trabalho, porque no meu entender quem esteve a estudar, que foi para o terreno com todas as dificuldades inerentes de encontrar a ocorrência e depois carregar a informação em primeira mão no Mindat deveria ser respeitado pelo menos na foto representativa do local.<br />
Sempre é mais fácil ter alguma informação como fotos representativas do local e de minerais e fazer a visita ao local, sabendo de antemão que vai de certeza encontrar alguma coisa.......e depois Zás... troca-se a foto e o outro gajo fica todo contente.<br />
De hoje em diante a minha informação sobre novas localidades faço o uplade da foto de um Burro, pois parece que não respeitam o meu trabalho.<br />
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Obrigado<br />
<br />
Martins da Pedra]]></description>
            <dc:creator>António Manuel Ináçio Martins</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Sat, 15 Dec 2012 11:44:32 +0000</pubDate>
        </item>
        <item>
            <guid>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,278980,278980#msg-278980</guid>
            <title>Fotos de minerais não identificados/analisados (5 respostas)</title>
            <link>http://www.mindat.org/forum.php?read,25,278980,278980#msg-278980</link>
            <description><![CDATA[ Boa noite a todos,<br />
embora esta questão tenha sido discutida num tópico anterior (Minas do Cercal) achei por bem iniciar um novo tópico, de modo a tornar mais clara a questão.<br />
Após debate com outros membros, encontrou-se uma solução que me parece a mais acertada para resolver a complexa questão de colocar fotos de minerais/amostras não analisados e que correspondem a <b>espécies menos comuns e de identificação não-imediata</b>.<br />
Aquando da adição de uma foto, existem as opções: mineral photograph, locality photograph e other photograph. Esta última permite adicionar fotografias de 'Unidentified mineral'. Nos dados da fotografia então adicionada, o autor poderá colocar toda a informação que achar pertinente e útil, bom como a espécie ou espécies que crê poder tratar-se.<br />
<br />
No meu entender esta solução permite aos utilizadores dar a conhecer os seus exemplares com diagnósticos mais difíceis, sem que tal obscureça a fiabilidade pretendida para este site.<br />
Como sempre, sugestões são bem vindas.<br />
Obrigado e boa noite.<br />
<br />
<br />
Cordialmente,<br />
Pedro Alves<br />
<br />
[attachment 42618 nid.png]]]></description>
            <dc:creator>Pedro Alves</dc:creator>
            <category>Quadro de mensagens em Português</category>
            <pubDate>Thu, 13 Dec 2012 11:39:12 +0000</pubDate>
        </item>
    </channel>
</rss>
